quinta-feira, 17 de abril de 2008

Só... Talvez...

Ah, que saco, me sinto só. Espere. ESTOU só.

Não sei se é exagero, ou talvez o oposto disso. Não quero me fazer de mártir, mas depois de um tempo(eufemismo da minha parte) sentindo-se só, você deixa de acreditar no amor. Amor, não gosto de vulgarizar essa palavra. Talvez minha idéia de amor seja distorcida, ou muito arcaica. Talvez por isso não ame. Faço outra coisa. Mais profunda. Ou mais superficial. Talvez.

Combato essa minha carência(por vontade e não por falta) apreciando momentos patéticos. Apreciando coisas patéticas. Sentindo coisas patéticas. Acho gostoso. Sentir e apreciar. Faz-me sentir vivo deveras, talvez por achar neles amor dos outros. Não gosto de pensar em min. Talvez por isso seja altruísta. Penso mais nos outros por doer pensar em min.

Ah, o quanto que já mudei. O nada que recebi por isso. O quanto eu preciso mudar, pra qualquer um, qualquer um me amar. Talvez devesse ficar feliz, sim! Devo ficar feliz. Não consigo realmente arrumar um amor, alguém pra min. Mas quantas outras pessoas confiam em min! Oras, de amigos que parecem gostar muitíssimo de min. não me falta, me sobra até. "Parecem gostar", demonstro desconfiança de quem não sabe amar. Ah... Desconfio sim, nem em min acredito nem quero acreditar...

Maltido Machado que Castro Alvez... Tu quem me fez pensar na falta da minha Virgilha ou da minha Capitu...

O que preciso pra talvez não ficar só?

Ah! vão se fuder seus fia da puta.... Tem orkut não é?

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